SPEER

The Speer is a small mountain in the canton of Sant Gallen. In fact, going from Zürich to the south, it is the culm of the first mountain chain, after Lake Zürich. It is not very high compared to the other mountains in the center of the Alps. Its summit is at a height of 1950 meters.

What makes Speer a sought-after attraction, certain days of blue sky, form queues in the most difficult stretches of the walk, is its view, its proximity to Zürich and the ease of its ascent.

Departing from Ziegelbrücke, with the bus to Amden, you can access the cable car leading to the base of the Mattstock mountain. A beautiful rock, exposed and exculpated by inclement weather. From the cable car is two hours and forty (four hours for those who are photographing) to the summit of Speer.

The journey itself is fabulous. It begins with a fantastic view of the Wallensee, the great Swiss lakes, which has the reputation of being the deepest and coldest. In the finds of the mountains that give shape and shape to the lake, they dot small villages of typical Swiss architecture. Forming a unique and absolutely stunning landscape.

As the path is well paved, with a long paved stretch, the walk that starts at a gentle ascent, followed by a long one, is quite comfortable and allows a great appreciation of the view. Mountains, forests, valleys flank the trail until it completely skirts the Mattstock. After about 20 minutes of walking, the right side of the cumin begins to glimpse the ridges that are part of the Sänktis mountain range (also in the canton of Sant Gallen).

This view is particularly stunning and allows a clear glimpse of the alpine landscapes, strengthening the hiking experience and whetting curiosity for the next.

When the descent is finished, it is also the moment when the Mattstock’s surroundings are finished. The northeast face of this mountain remains almost constantly in the shade, and it is easy to perceive the contrast because of the change in temperature. The wall of rocks that forms the Mattstock is a separate attraction, absolutely imposing, seems inaccessible and, particularly, coming from another planet.

Between the Mattstock and the Speer, several hills need to be climbed. In this section, the asphalt road and the dirt road have already ended and a narrow path, well marked and, as always, maintained with affection by the Swiss. The yellow signposts indicate the trail to follow until the end of the trail.

When you are halfway between the two mountains, a beautiful surprise. A typical Alpine hut, welcomes walkers with hot food or cold beer. Of course, nothing in Switzerland is free. The cabin also serves as a hostel for those who want to stay overnight on the mountain. The view is breathtaking.

Several trails, coming from different places, end at the height of the walk. Therefore, it is possible to come through Steinbrücke or other towns near Toggenburg.

The final attack on the summit cannot be called an attack. So far, the walk that lasted about two hours, is added to a 40-minute climb that, in zig-zag, are supported by rustic stairs, handrails. With each step, the view changes, becoming wider and more impressive.

At the top of the mountain, as in almost all the Swiss trails, the traditional yellow signs indicate directions to cities and their due walking times. In this case, directions are also shown where the cities are in spectacular view.

From the top, when one looks at the North, it is possible, on a clear day, to see the full extent of Lake Zürich, all cities of the Linth Valley, the cities of the Toggenburg Region. To the northeast glimpses the Santis and its rocky chain. To the south, an absurd view of the Alps, the entire Lichenstein Region and the mountains of Graubunden and Sankt Gallen. The mountains of the Alps and lakes that make up the view are easily identifiable by boards with the viewer profile and the indication with their names.

As the tourism in Speer is basically a local tourism. Upstairs there are no shops, restaurants, or customer service. But, this typical Swiss walk gives us a glimpse of what life in Switzerland can offer. Along the trail, I was accompanied (and many times over) by dozens of sexagenarian and septuagenarian couples.

SPEER -PT

O Speer é uma pequena montanha no cantão de Sant Gallen. Na verdade, indo-se de Zürich para o sul, é o culme da primeira cadeia de montanhas, depois do lago Zürich. Não é muito alta se comparada às montanhas mais ao centro do Alpes. Seu cume está a 1950 metros de altitude.

O que torna o Speer uma atração muito procurada, certos dias de céu azul, formam se filas nos trechos mais difíceis da caminhada, é sua vista, sua proximidade de Zürich e a facilidade de sua subida.

Partindo-se de Ziegelbrücke, com o ônibus para Amden, é possível acessar o teleférico que leva até a base da montanha Mattstock. Um bela rocha, exposta e exculpida pelas intempéries. A partir do teleférico são duas horas e quarenta (quatro horas para quem vai fotografando) até o cume do Speer.

A jornada, por si só é fabulasa. Ela se inicia com uma vista fantástica do Wallensee, dos grande lagos suíços, esse tem a fama de ser o mais profundo e gelado. Nas encontas das montanhas que dão contorno e forma ao lago, salpicam pequenos vilarejos de arquitetura típica Suíça. Formando, então, uma paisagem única e absolutamente deslumbrante.

Como o caminho e bem pavimemntado, com um longo trecho asfaltado, a caminhada que se inicia em um suave subida, seguida de uma longa decida, é bastante confortável e permite um excelente aprecisção da vista. Montanhas, florestas, vales ladeiam o caminho até se contornar totalmente o Mattstock. Após cerca de 20 minutos de camnhada, a direita do cominho começa-se a vislumbrar os espinhaços que fazem parte da cadeia de montanhas do Sänktis (também no cantão de Sant Gallen).

Essa vista é particularmente estonteante e permite um vislumbre claros das paisagens alpinas, fortalecendo a experiência da caminhada e aguçando a curiosidade para as próximas.

Quando se termina a descida, também é o momento em a volta emtorno do Mattstock se finaliza. A face nordeste dessa montanha, permanesce quase constantemente na sombra, e é fácil de se percebere o contraste por causa da mudança de temperatura. A parede de rochas que forma o Mattstock é uma atração à parte, absolutamente imponente, parece inacessível e, particularmente, vinda de outro planeta.

Entre o Mattstock e o Speer, diversas colinas prcisam ser subidas. Nesse trecho, a estrada asfaltada e a estrada de chão já acabaram e caminha-se por um trilha estreita, mas bem demarcada e, como sempre, mantida com carinho pelos suíços. As placas amarelas de sinalização indicam a trilha a se seguir até o final do caminho.

Quando se está a meio caminho entre as duas montanhas, uma bela surpresa. Uma típica cabana alpina, recebe os caminhantes com comida quente ou uma gelada cerveja. Claro, na Suíça nada é de graça. A cabana também funciona como albergue para quem quer pernoitar na montanha. A vista é de tirar o folego.

Diversas trilhas, vindas de lugares distintos, desembocam nesa altura da caminhada. Portanto, é possível vir através de Steinbrücke ou de outras cidades próximas ao Toggenburg.

A ataque final ao cume, não pode ser chamado de ataque. Até aqui, a caminhada que durou cerca de duas horas, é somada a 40 minuto de subida que, em zig-zag, são apoiados por escadas rústicas, corrimãos. A cada passo, a vista se modifica, tornando-se mais ampla e impressionante.

No cume da montanha, como em quase todos as trilhas da suíça, as tradicionais placas amarelas indicam as direções cidades e seus devidos tempos de caminhada. Nesse caso, também se indicam as direções aonde se encontram as cidades na vista espetacular.

La de cima, quando se olha para o Norte, é possível, em um dia límpido, ver toda a extensão do lago Zürich, todas as cidades do Vale do Linth, as cidades da Região do Toggenburg. A nordeste se vislumbram o Santis e sua cadeia rochosa. Ao sul, uma visão absurda dos Alpes, toda a Região de Lichestein e as montanhas de Graubunden e Sankt Gallen. As montanhas do alpes e os lagos que compões a vista são facilmente identificáveis por placas com o perfil da vista e a indicação dass monhtanhas com seus nomes.

Como o turismo no Speer é basicamente um turismo local. Lá em cima não existem lojas, restaurantes, nem atendimento ao cliente. Mas, essa típica caminhada suíça nos dá um vislumbre do que a vida na Suíça pode oferecer. Ao longo da trilha, fui acompnahdo (e muitas e muitas vezes ultrapassado) por dezenas de casais sexagenários e septuagenários.

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5 Thoughts to “SPEER”

  1. […] and who has come to confuse. This effect may not be as easy to notice in larger (?) Cities as Zürich. But when you live in a small village, this is very clear. All the people are absolutely kind and […]

  2. […] obeys, if the husband obeys, if the children obey, if the workers obey. It is better to have the other subjugated than to be in a relationship from where the will of both is free. It requires less […]

  3. […] the individual to restore health and prevent disease without, however, producing the side effects experienced by many of the conventional […]

  4. […] weekends, climb mountains, walk in the park, walk around the lake, visit friends on foot. Teach your body what our ancestors […]

  5. […] says the Greek legend, was delivered to the man by Prometheus an act of revenge against Zeus. As punishment (so severe was his crime), he spent eternity (therefore, Prometeu stills there) chained, with a […]

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